No primeiro post contei sobre o gringo que não sabia controlar muito bem suas necessidades fisiológicas. Pois bem, antes que comecem a me chamar de invejoso e recalcado (o que não é verdade) apenas porque a maioria das meninas morrem de amores por um loirão (o que é pura verdade), venho através deste buscar um equilíbrio metendo o malho nas bonequinhas de pele branquinha, olhos claros e sandálias havaianas: as gringas.
Primeiramente, devo esclarecer que nem sempre elas têm esse biotipo de loira dos olhos azuis, menininhas de cristal. Muitas são morenas, negras, ruivas, asiáticas...mas, no final, são todas patricinhas de primeiro mundo que vêem no Brasil uma oportunidade de fazer todo tipo de merda e poligamia que jamais sonhariam em fazer nas suas comportadas sociedades norte-americanas, européias, asiáticas e afins.
A primeira vez que vi uma grande quantidade de gringas juntas foi quando trabalhei numa pousada. Havia um dormitório feminino de muitas camas e a primeira vez que entrei lá para fazer o checkin de uma hóspede foi como encontrar o paraíso. Bonequinhas de várias nacionalidades, cores e tamanhos me olhavam e sorriam...e eu até então pensava que só pudesse ser tão bem recebido num quarto cheio de mulheres nos cabarés da vida.
Mas, o termo "bonequinhas" é só fachada. Primeiramente, sabem por que elas estavam sorrindo? Sim, é exatamente por isso que vocês estão pensando. Porque toda gringa vêm ao Rio em busca de uma jenba carioca! "Ai, que horror!" vão dizer alguns, mas é verdade! Basta ir para Lapa e ver como muitas se atracam com os negões sem nem mesmo dizer "hi" ou "hi que o parta". Estão unicamente pensando na anaconda.
Portanto, você, carioca inocente (hahaha, será que existe algum?) que pensa que aquela inglesinha vai voltar ao Rio e te levar para o perfeito mundo britânico, pode tirar seu cavalinho da chuva. Principalmente se, após o Rio, ela for pra Salvador. Lácom certeza vai encontrar um jamaicano a la tupiniquim que vai currá-la de formas que nem você, nem ela e nem o namorado dela que está lá na gringolândia poderiam imaginar. Sim! Porque muitas dessas barbies têm namorado, mas mal sabem eles o que sua doce amada está não apenas conhecendo os pontos turísticos cujas fotos ela vai subir lindamente no facebook, mas também conhecendo a rigidez e a textura do "pau-brasil".
E assim, após uma noite de muitas caipirinhas, perda de toda noção e bom senso, samba do criolo doido e o próprio criolo doido, elas voltam aos seus hotéis ou pousadas ou casa do namorado carioca (e côrno) cheirando a Velho Barreiro, tequila barata (sim, daquelas mesmo que vendem na Lapa), melzinho de cachaça (sim, daqueles coloridos que também vendem na Lapa) e com havaianas e pés completamente sujos.
Ahh, os pés...foram justamente os pés sujos de lama que desmistificou totalmente a idéia que eu tinha dessas bonequinhas. Afinal, da cintura pra cima são meninas tão lindinhas, cabelos dourados ao vento, olhos celestes...mas, da cintura pra baixo não é possível ver nada além daqueles pés mais encardidos que o do mendigo que toma pinga na esquina aqui perto de casa.
E muitas vão dormir assim mesmo. Sem tomar banho! Acordam e vão para a praia assim mesmo. Sem tomar banho! Que bom que ao menos no mar elas podem tomar banho. Seria bom os ambulantes passarem, então, a vender shampoo e condicionador além de óleo de bronzear, mate e queijo coalho.
Portanto, aos que pensam que cachorra só existe na terra do funk, espero que este post quebre tal paradigma. Porque as gringas também fazem "au au", mas em inglês.
Não esqueça os peitos das que não tem silicone porque são naturais...naturalmente láááá embaixo com decotes enormeeees e o short com uma calcinha de vó marcando (calma, estou falando de mocinhas da Noruega)
ResponderExcluirEste comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluir